Nossas Matérias

Tire suas dúvidas sobre previdência, leia dicas e entrevistas de quem entende do assunto e muito mais. Tudo para você escolher o melhor previdência privada para sua aposentadoria!

Categoria: Dúvidas

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O que é o resgate?

De modo resumido, o resgate é a retirada do dinheiro acumulado no plano de previdência, não importando se total ou parcialmente. O participante poderá resgatar o valor das contribuições, feitas por meio de pagamentos mensais e/ou de aportes esporádicos, a qualquer momento. Mesmo se o titular desistir do plano, ele deverá fazer o resgate do valor e, em caso de morte, os beneficiários legais ou especificados no plano passam a ter direito sobre o montante acumulado. O procedimento é obrigatório quando há cobertura por sobrevivência, desde que o participante o solicite. Contudo, o resgate não é possível em planos de regime de repartição, pois as contribuições feitas são destinadas a ao custo do pagamento de benefício e despesas do plano. Vale ressaltar que o resgate pode ser feito também como renda mensal, ou seja, aposentadoria. Isso abrange as modalidades vitalícia – que pode ser também temporária, reversível ao beneficiário e com prazo mínimo garantido – e por prazo certo. Além disso, a tributação sobre o resgate pode variar de acordo com o tipo de plano contratado anteriormente. Se for PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), a tributação acontece sobre o valor total acumulado, ao passo que o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), o IRPF incide apenas sobre os rendimentos obtidos durante a fase de acumulação do plano.

 

Saiba mais sobre previdência privada aqui.

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  • Postado em: 01/04/2015
  • por Amauri Eugênio Jr.
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Planos de Previdência Privada e os seus benefícios

Os planos de Previdência Privada mais conhecidos são o VGBL e o PGBL, porém existem diversos planos com benefícios diferentes. Conheça aqui.

 

Apesar de ser classificado, oficialmente, como um seguro de vida, o VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres) tem todas as características de um plano de previdência, à exceção do incentivo fiscal na acumulação e da cobrança de imposto só sobre os rendimentos, no resgate.

Por suas características relativamente simples e pela sua flexibilidade, é o produto previdenciário de maior destaque, com vendas recordes a cada ano e crescimento constante, desde seu lançamento, há cerca de 10 anos.

Outra vedete do mercado é o plano PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre). Por ser um plano de previdência, as contribuições realizadas para esse tipo de plano podem ser abatidas da base de cálculo do Imposto de Renda.

O desconto não é feito diretamente sobre o imposto devido, mas sobre a base de cálculo, ou seja, sobre o total dos rendimentos tributáveis do ano, até o limite de 12% da renda bruta anual. O Imposto de Renda incidirá sobre o valor total do resgate ou do benefício, ou seja, sobre os recursos acumulados e também sobre os rendimentos auferidos no período.

Além do PGBL e do VGBL, ainda existem outros planos destinados à acumulação de recursos para aposentadoria que permanecem desconhecidos da maioria das pessoas e possuem pequena participação no mercado. Observe que, para cada “P” existe um “V”, ou seja, para cada produto classificado como Plano tem um classificado como seguro de Vida. A diferença entre eles está apenas na tributação.

 

São eles:

 

PRGP (Plano com Remuneração Garantida e Performance) e VRGP (Vida com Remuneração Garantida e Performance)
Ambos garantem, durante o período de acumulação (diferimento), remuneração do saldo por taxa de juros e índice de preço, além da reversão, total ou parcial, de resultados financeiros;

 

PAGP (Plano com Atualização Garantida e Performance) e VAGP (Vida com Atualização Garantida e Performance)
Garantem, durante o período de acumulação (diferimento), remuneração do saldo por índice de preço e a reversão, total ou parcial, de resultados financeiros;

 

PRSA (Plano com Remuneração Garantida e Performance sem Atualização);

 

VRSA (Vida com Remuneração Garantida e Performance sem Atualização)
Garantem, durante o período de acumulação (diferimento), remuneração do saldo por taxa de juros e a reversão, total ou parcial, de resultados financeiros.

Os planos acima diferem dos planos PGBL e VGBL porque eles garantem remuneração mínima do saldo aplicado durante a fase de acumulação (diferimento), enquanto os planos PGBL e VGBL repassam 100% da rentabilidade líquida do fundo nesse período, sem nenhuma garantia de remuneração mínima dos recursos aplicados.

Além dos planos já citados, existe o Fundo Gerador de Benefício (FGB), também chamado de plano tradicional, que tomava conta do mercado até o final da década de 90. Hoje, praticamente, essa modalidade não é mais comercializada, apenas sobrevive graças à manutenção dos planos ainda ativos.

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  • Postado em: 26/01/2015
  • por Amanda Garcia
  • Categoria: Dúvidas
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Existe plano de Previdência Privada para criança?

Não só existe, mas os planos de Previdência Privada para criança têm mais rentabilidade do que a poupança.

 

Atualmente a previdência privada tem sido uma das melhores maneiras para garantir o futuro das crianças, normalmente esse plano é feito ainda na primeira idade da criança, os pais podem começar investindo cerca de R$ 25,00 ao mês, que não irá fazer tanta diferença no planejamento financeiro familiar, mas para o futuro da criança ele pode fazer total diferença facilitando assim a compra de uma casa, aplicação nos estudos, ou onde seus responsáveis legais acharem mais conveniente.

Existem duas formas de contratar um plano de Previdência Privada para criança, o PGBL ou VGBL, logo depois de nascerem ou mais tarde. É uma poupança de longo prazo, da qual os recursos acumulados poderão ser resgatados após o cumprimento da carência ou ao término do prazo de acumulação.

Confira aqui as diferenças dos planos VGBL e PGBL

Os valores serão disponibilizados na conta corrente do participante (ou do responsável legal, no caso de menores), para que ele possa utilizar livremente os recursos no que desejar, solicitando o saldo total ou recebendo uma renda vitalícia ou temporária.

Por que contratar um Previdência Privada para criança?

Ao contratar um plano de previdência privada para seu filho, neto, sobrinho ou outro menor, você estará garantindo o futuro de quem você ama, tendo em vista que esse recurso pode ser usado para qualquer finalidade, como:

• Pagamento de faculdade;
• Intercâmbio;
• Montagem de consultório;
• Compra de um Carro;
• Compra de uma Casa e etc.

Você como responsável pela contratação pode escolher para qual finalidade a criança poderá utilizar esse recurso.

Saiba mais sobre previdência privada aqui.

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  • Postado em: 16/01/2015
  • por Amanda Garcia
  • Categoria: Dúvidas
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Previdência Corporativa – Conheça as Vantagens.

Previdência Corporativa é um bom negócio tanto para a empresa quanto para o funcionário

Os maiores atrativos para as empresas são as vantagens fiscais e a retenção de talentos, por tratar-se de um excelente benefício para o funcionário.

Já para os funcionários, a Previdência Corporativa possui taxas administrativas bem menores do que de um plano de Previdência Privada Aberto, além de terem uma parte da contribuição paga pela empresa.

Normalmente as empresas determinam quanto irão contribuir a partir das contribuições efetuadas pelos funcionários no plano de previdência, que por sua vez também são determinadas pelo regulamento do plano.

A contribuição poderá variar de empresa para empresa, algumas fazem a contribuição de 50% até 150% do valor que o funcionário investe para o seu plano de previdência. Com isso, a reserva de aposentadoria do funcionário aumenta.

Tipos de planos de previdência fechados

No Brasil há dois grandes grupos de Previdência Privada: o Aberto e o Fechado.

Plano de Previdência Privada Aberto: Poderá ser adquirido por qualquer pessoa que deseja investir em planos oferecidos pelas seguradoras.

Plano de Previdência Privada Fechado: Somente para pessoas que integram um determinado grupo, normalmente vinculado à uma empresa.

A adesão aos planos de previdência fechado variam de acordo com o porte da empresa. As microempresas e instituições de médio porte oferecem os planos empresariais a partir de acordos com grandes seguradoras.

Já as empresas de grande porte podem optar pela criação de uma entidade fechada de previdência e assim administrar seu próprio plano, conhecidos também como Fundos de Pensão.

 

 

“A criação de um fundo de pensão próprio só é válida para empresas de grande porte porque envolve um custo muito elevado, além do cumprimento de uma série de exigências legais pelo órgão regulador. Por isso, é muito comum que as empresas optem por planos fechados já existentes, conhecidos como fundos multipatrocinados. Nesses fundos, várias empresas de diversos segmentos podem participar já que os custos são diluídos entre as empresas patrocinadoras”, revela Keyton Pedreira –  Diretor da KLP e Criador da Ferramenta BuscaPrev.

 

 

 

O orgão responsável pela fiscalização dos planos de previdência fechada é a SPC (Secretaria de Previdência Complementar)

 

As vantagens da Previdência Corporativa

O principal benefício de uma empresa ao promover um plano de previdência fechado é o fiscal. Ao fazer contribuições para o plano dos seus trabalhadores, a instituição consegue efeturar a dedução no Imposto de Renda que deverá ser recolhido através do Lucro Real onde a dedução máxima permitida é de 20% sobre o valor da Folha de Salários.

Os funcionários também ganham pois as empresas fazem contribuições e a renda para a aposentadoria cresce de forma contínua. Além disso, muitas vezes, as empresas também ajudam no pagamento das taxas de carregamento dos planos.

Plano individual x Plano Corporativo

Muitas pessoas ficam em dúvida se devem continuar com o seu plano de previdência individual aberto ou aderir ao plano de previdência oferecido pela empresa onde trabalham.

Só vale a pena manter seu plano de previdência individual se este plano for da modalidade tradicional ou FGB, já que as garantias destes são maiores do que os atuais (PGBL e VGBL). Porém você deverá direcionar as novas contribuições para seu plano empresarial, já que as empresas fazem uma contrapartida sobre as contribuições do funcionário.

Para quem já tem um plano de previdência privada do tipo PGBL e VGBL, e têm a intenção de mudar, o ideal é pegar essa reserva e fazer a portabilidade para o plano de previdência corporativa, já que as taxas de carregamento dos planos corporativos são bem menores que as do plano de previdência individual.

Resgates nos Planos Corporativos

Geralmente o resgate de um plano de previdência fechada é concedido a partir do momento em que o trabalhador rompe o seu vínculo empregatício com a empresa patrocinadora.

Esta regra é obrigatória para as Entidades Fechadas, e facultativa para as Entidades Abertas de Previdência.

O valor do resgate varia de acordo com o regulamento do plano de cada empresa, seguindo algumas regras e períodos de carência mínimos exigidos.

O funcionário possui o direito de resgatar 100% de suas contribuições individuais. Já a empresa determina a porcentagem que os funcionários terão acesso, das contribuições feitas por ela, através de regras de desligamento ou vesting.

As Regras de Resgate Podem Variar.

Quando o funcionário tem 05 anos de casa ele pode resgatar 100% do valor que ele investiu no plano de previdência corporativa e cerca de 50% do valor das contribuições da empresa. Se ele trabalhou por 10 anos, ele já pode receber 100% das contribuições feitas pela empresa. Isso varia do contrato que a empresa estipulou.

A questão dos motivos da saída do funcionário, se foi demissão pela empresa com ou sem justa causa ou um pedido de demissão por parte do funcionário, por exemplo, também interferem na hora de resgatar um plano de previdência privada, uma vez que a empresa determina as regras.

Caso, o funcionário não exerça mais atividades na empresa, mas queira continuar com o plano corporativo, é possível fazê-lo por meio do Autopatrocínio, ou seja, ele continua a contribuir sozinho no plano.

O funcionário também pode receber o valor que foi investido no plano corporativo pelo Benefício Proporcional Diferido.

Mesmo sem fazer novas contribuições, o funcionário pode resgatar o valor do plano corporativo ou esperar até a idade mínima de aposentadoria para sacar as contribuições.

E quem ainda tem vínculo com a empresa?

Se o funcionário, mesmo ainda empregado, precisar de dinheiro, ele também pode optar pelo resgate do seu plano de previdência. Nesse caso, as contribuições do funcionário tem uma carência normalmente de 60 dias. Já para as contribuições da patrocinadora, a carência mínima é de um ano civil completo, a partir de janeiro do ano subseqüente, segundo as normas da Susep (Superintendência de Seguros Privados).

Se a empresa efetuou um aporte ao plano de previdência corporativa para um determinado funcionário em setembro de 2014, ele só poderá resgatar as contribuições feitas pela empresa ao seu plano a partir de janeiro de 2016.

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  • Postado em: 05/01/2015
  • por Keyton Pedreira
  • Categoria: Dúvidas
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Descubra se chegou a hora de ter o seu plano Previdência Privada

São várias as questões de “Quem ou Quando” deve-se fazer um Plano de Previdência Privada. E a resposta é simples: Todos que desejarem uma estabilidade financeira maior no futuro.

Não existe uma data correta para contratar um Plano de Previdência Privada, quanto mais cedo, mais contribuições e maiores serão os seus rendimentos. Mas isso não é regra, pois você poderá contribuir por menos tempo e com maiores valores.

 

Estou muito velho para ter um plano de Previdência Privada?

Não podemos ter a falsa ideia de que já somos muito velhos para investir no nosso futuro, ou que somos muito jovens para pensar nesse assunto. Se você se acha muito velho ou muito jovem, tenha em mente que nunca é cedo ou tarde para investir no seu conforto e segurança.

Pensar que a Previdência Privada é cara ou criada apenas para uma pequena parcela da população, é ter uma visão errada sobre este produto.

Existem diversos pacotes disponíveis no mercado oferecendo a opção que cabe melhor no seu bolso em cada momento da sua vida.

 

É muito caro investir em Previdência Privada?

Atualmente existem Planos de Previdência Privada a partir de de R$ 30,00/mês, então você pode escolher o valor que for mais adequado à sua vida e ainda consegue fazer aplicações no decorrer dela. São os chamados Aportes.

Aportes não necessitam de uma data pré-definida e nem de valores pré-estabelecidos. É aquele valor que você decide investir para colher mais tarde, ou aquele dinheiro que surgiu de forma inesperada, ou ainda, que você realmente poupou por algum tempo.

Abaixo apresentamos algumas situações em que você certamente poderá se identificar, e ajudará você a tomar uma decisão super acertada em sua vida!

 

Tenho mais de 45 anos, vale a pena?

Todos os dias escutamos as pessoas dizendo que estão muito velhas para fazer um Plano de Previdência Privada e que já não compensa mais.

Mostramos aqui que este pensamento está totalmente equivocado e basta entender um pouco do produto, como abaixo:

Imagine uma pessoa com 45 anos de idade e que hoje e ganhe R$ 2.000,00/mês.

Ao se aposentar com 55 anos e após ter contribuído por 35 anos, ela irá rebeber R$ 1.400,00/mês pelo INSS, perdendo R$ 600,00 de sua renda mensal.

Solução: Investir imediatamente em um Plano de Previdência Privada, mensalmente 10% de sua renda - R$ 200,00. Contribuindo por 10 anos com essa quantia, seu benefício na aposentadoria será aproximadamente o dobro do que aplicou, ou seja: R$ 400,00/mês por um período de 10 anos.

Interessante não?

 

Sou mulher e pago o INSS. Porque investir em Previdência Privada? 

Muitas mulheres argumentam que já pagam a previdência pública e por isso não faz sentido um Plano de Previdência Privada.

Vamos imaginar uma mulher, que ganhe R$ 4 mil de salário e que aos 35 anos de idade já contribui 15 anos junto ao INSS. Ao se aposentar com 55 anos de idade, receberá aproximadamente R$ 2 mil/mês, ou seja, do dia para noite, nossa amiga receberá metade de seu salário.

Solução: Mais uma vez a Previdência Privada é a melhor alternativa para complementar seus rendimentos. Aplicando 10% de sua renda – R$ 400,00/mês – até os 55 anos ela irá receber de seu Plano de Previdência Privada cerca de R$ 2.000,00/mês.

Ou seja, a sua renda será 100% preservada!

 

Sempre que fico triste vou ao shopping gastar

Pode parecer piada, mas um percentual considerável das compras realizadas em shoppings são feitas por impulso, e por pessoas que não estão bem emocionalmente.

A ideia que passa na cabeça destas pessoas é afogar suas mágoas nas lojas, comprando sapatos que nunca serão usados ou roupas que irão mofar no armário.

Sugerimos pensar um pouco antes de gastar suas economias desta forma e lembrar que os benefícios “relaxantes” proporcionados pelo consumismo rapidamente irão passar e se transformar em arrependimento.

Solução: Como o seu objetivo é guardar dinheiro, faça agora uma Simulação de Planos de Previdência Privada e encontre um para aplicar mensalmente uma parte do dinheiro que você gastaria no shopping e invista no seu futuro. Melhor, sem qualquer arrependimento!

 

Sou fumante e no momento não tenho dinheiro

Todo fumante sabe perfeitamente o quanto gasta com cigarros durante todo o mês. Mas para quem ainda não fez a conta, podemos lhe ajudar:

01 maço por dia a R$ 5,00 corresponderá a R$ 150,00 por mês, ou seja, mais do que o suficiente para começar seu Plano de Previdência Privada.

Sabemos que para de fumar de forma repentina pode ser uma atitude bem radical, mas que tal investir apenas R$ 50,00 em seu Plano de Previdência Privada, e gastar os outros R$ 100,00 com o seu cigarrinho?

Com essa mudança, em 20 anos você terá economizado quase R$ 50 mil reais e ainda de brinde mais saúde e alguns anos de vida!

 

Sou jovem e não tenho grana

Os jovens são sempre ansiosos, pensando no presente, esquecendo que os cabelos brancos um dia chegarão e têm sua desculpa na ponta da língua: “Eu ganho pouco e aposentadoria está muito longe. isso é para velhos!”.

Pois bem, veja o grande equívoco que ele pode estar cometendo:

Imagine um estagiário de 20 anos com salário de R$ 800,00/mês.

Se este estagiário poupa apenas R$ 40,00/mês (5% de sua renda atual), e seguir até os 60 anos de idade com o mesmo investimento, ele terá acumulado cerca de R$ 250.000,00, gerando uma renda extra de aproximadamente R$ 900,00/mês.

É claro que no transcorrer da vida seu salário irá aumentar, seu investimento também, e sua renda poderá chegar a mais de R$ 3.000,00/mês durante a sua aposentadoria.

 

O momento ideal é agora!

Caso você não tenha se identificado com nenhum dos perfis acima, saiba que você também precisa de um Plano de Previdência Privada e hoje são muitas as opções oferecidas.

Lembre-se: ainda há tempo e oportunidade para fazer diferente.

Clique AQUI e simule agora o melhor Plano de Previdência Privada pelo Buscaprev!

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  • Postado em: 22/08/2014
  • por Keyton Pedreira
  • Categoria: Dúvidas
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Perdi meu Emprego, o que faço com meu plano de Previdência?

É muito comum encontrar quem possua um Plano de Previdência Privada oferecido pela empresa onde trabalha, e que quando são demitidos ou pedem demissão, não sabem o que acontece com os valores depositados.

 

Os investimentos feitos por você estarão integralmente à disposição, já para os aportes efetuados pelo seu ex-empregador, existe um conjunto de regras chamado Vesting que define os valores a que você tem direito no caso de desligamento.

Ex.:

 

 

Conheça a seguir suas opções:

 

Auto Patrocínio

Aqui você continuará depositando sua parte e a parte da empresa até se aposentar, a partir de 55 anos. A qualquer momento, você poderá requerer a Portabilidade, o Benefício Proporcional Diferido ou o Resgate de 100% do saldo que você aplicou.

 Neste momento em que está desempregado, não é a melhor opção.

 

 

Benefício Proporcional Diferido

Você poderá parar de contribuir e deixar os valores aplicados no seu Plano de Previdência até os 55 anos quando poderá usufruí-lo em sua totalidade.

A qualquer momento você poderá requerer a Portabilidade ou o Resgate de 100% do saldo que você investiu, e que somente estará disponível após 3 anos de contribuição. Desde que você ainda não tenha atingido a idade da aposentadoria normal, 60 anos.

Está é a opção mais viável para você neste momento.

 

 

Portabilidade

Você poderá transferir o saldo do plano que você possui na empresa onde trabalhava para outro Plano de Previdência Privada, neste caso, você poderá perder parte dos recursos que a empresa investiu para você dependendo das regras de seu plano.

 

 

Resgate

Você poderá sacar os valores do seu Plano de Previdência Privada total ou parcial. Nesta opção além do Imposto de Renda você perderá parte dos valores que a empresa depositou.

O prejuízo nesta opção pode ser grande, uma vez que os valores têm incidência de Imposto de Renda e dependerá da tabela escolhida na contratação do plano. Para a Tabela Regressiva, a tributação atual é 35%, 30% e 25% dependendo da data dos aportes efetuados. Para a Tabela Progressiva você pagará 15% do valor do resgate no ato e deverá fazer os ajustes em sua declaração de Imposto de Renda anual, podendo chegar a 27,5% de IR no total.

Essa deveria ser sua última escolha.

 

 

Importante

O mais importante nessa hora, é você conhecer as regras do jogo, os seus direitos e optar pela alternativa que lhe traga o maior benefício, ou o menor prejuízo.

 

Veja aqui como o BUSCAPREV poderá te ajudar nesta escolha.

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  • Postado em: 21/08/2014
  • por Keyton Pedreira
  • Categoria: Dúvidas
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